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O ator Domingos Montagner, o Santo da novela "Velho Chico", da TV Globo, morreu nesta quinta-feira (15). Ele gravou cenas de "Velho Chico" na parte da manhã, em Alagoas. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.
Durante o mergulho, não voltou à superfície. A atriz Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Policia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região ajudaram nas buscas.
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).
Paulistano, Montagner tinha 54 anos. Ele começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Alguns papéis de destaque foram o Capitão Herculano Araújo de "Cordel Encatado" (2011) e o presidente Paulo Ventura de "O brado retumbante" (2012).
Ele também chamou atenção como o Zyah de "Salve Jorge" (2012) e João Miguel de "Sete Vidas (2015). O ator estava no ar como o Santo de "Velho Chico" (2016).
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado "Mothern" (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: "Força Tarefa", "A Cura" e "Divã". A primeira novela, "Cordel Encantado", foi em 2011.
No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa "Gonzaga - de Pai Pra Filho", de Breno Silveira.
Veja a lista com os principais filmes, novelas e seriados da carreira de Domingos Montagner
TV
“Mothern” (2008)
“Força tarefa” (2010)
“A cura” (2010)
“Divã” (2011)
“Cordel encantado” (2011)
“O brado retumbante” (2012)
“Salve Jorge” (2012)
“Joia rara” (2013)
“Sete vidas” (2015)
“Romance policial – Espinosa” (2015)
“Velho Chico” (2016)
Cinema
“Gonzaga, de pai para filho” (2012)
“A grande vitória” (2014)
“Através da sombra” (2015)
“De onde eu te vejo” (2016)
“Vidas partidas” (2016)
“Um namorado para minha mulher” (2016)
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Reprodução/Gshow
Domingos Montagner, que interpreta Santo na novela "Velho Chico", da Globo, está desaparecido no rio São Francisco. A polícia da cidade de Canindé de São Francisco, no Sergipe, está procurando o corpo do ator há aproximadamente uma hora na região nesta quinta-feira (15).
Segundo informações preliminares, o ator teria saído para tomar banho no rio São Francisco, em uma localidade chamada prainha de Canindé do São Francisco, no município de mesmo nome, e desapareceu.
Segundo a polícia, o desaparecimento ocorreu por volta das 14h30 e mobiliza bombeiros, policiais e pescadores de Sergipe e Alagoas, já que o rio faz divisa entre os dois estados.
"O local do desaparecimento foi o pior lugar para se tomar banho. Ali há um desencontro das águas e formam-se redemoinhos. Realmente é onde o rio é mais complicado, há vários retornos da água" contou o soldado Carlos Santos, da PM de Sergipe e que faz buscas no local.
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MPF) denunciou nesta quarta-feira (14) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas no âmbito da Operação Lava Jato. O motivo da denúncia ainda não foi divulgado. Os procuradores informarão os detalhes em uma entrevista à imprensa nesta tarde. Caberá à Justiça decidir se os denunciados se tornarão réus.

Veja quem foi denunciado
Luiz Inácio Lula da Silva - ex-presidente
Marisa Letícia - mulher de Lula
Léo Pinheiro - ex-presidente da OAS
Paulo Gordilho - arquiteto e ex-executivo da OAS
Paulo Okamotto - presidente do Instituto Lula
Agenor Franklin Magalhães Medeiros - ex-executivo da OAS
Fábio Hori Yonamine - ex-presidente da OAS Investimentos
Roberto Moreira Ferreira - ligado à OAS

O advogado Edward de Carvalho, que defende Léo Pinheiro e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, não vai se manifestar. Da mesma forma, o advogado Cal Garcia, que faz a defesa de Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, também não vai comentar a denúncia.

Indiciamento
Em agosto deste ano, a Polícia Federal (PF) indiciou Lula, Marisa Letícia, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, o arquiteto Paulo Gordilho e o presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto por crimes como corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

Os cinco foram investigados por supostas irregularidades na aquisição e na reforma de um apartamento triplex do Edifício Solaris, no Guarujá, no litoral de São Paulo, e no depósito de bens do ex-presidente.

De acordo com o indiciamento, a OAS pagou por cinco anos (entre 2011 e 2016) R$ 21,5 mil mensais para que bens do ex-presidente ficassem guardados em depósito da empresa Granero.

Os pagamentos totalizam R$ 1,3 milhão. Ainda de acordo com a Polícia Federal, o montante corresponde a vantagens indevidas pagas pela Construtora OAS em benefício de Lula.

Na ocasião, o advogado do ex-presidente e da ex-primeira-dama, Cristiano Zanin Martins, afirmou que o relatório da Polícia Federal "tem caráter e conotação políticos e é, de fato, peça de ficção".

O Instituto Lula e a defesa de Paulo Okamotto informaram que, como não tiveram acesso aos detalhes do indiciamento, não tinham como se pronunciar. Por meio do Instituto Lula, o ex-presidente reiterou que não é proprietário de nenhum imóvel no Guarujá.
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Luiz Inácio Lula da Silva arrota por aí o que lhe resta de empáfia — um resto ainda grande… —, mas está bem mais encrencado do que a sua arrogância faz crer. Como informa a Folha, o Ministério Público Federal, que convocou entrevista coletiva para esta quarta, pode apresentar uma denúncia criminal contra ele no âmbito da Lava Jato propriamente. Não custa lembrar que ele já é réu na Justiça Federal de Brasília, acusado de obstrução da Justiça.

 O que pode vir à luz nesta quarta é a denúncia envolvendo o tríplex do Guarujá, reformado pela OAS segundo os desejos da família Lula da Silva, já que o imóvel lhe estava reservado. Quando a imprensa se interessou pelo caso, o petista desistiu do apartamento. Há ainda a investigação sobre o sítio de Atibaia, que foi reformado pela Odebrecht.

Bem, a história já é conhecida de sobejo. Lula e sua mulher, Marisa Letícia, orientaram reformas nos dois imóveis. Para os procuradores, tal “favor” era uma paga pelos benefícios irregulares que aquelas empresas tinham no trato com a Petrobras.

O ex-presidente nega que os imóveis lhe pertençam e trata a questão como perseguição política, o que levou seus defensores a denunciar ao Comitê de Direitos Humanos da ONU a suposta agressão de que estaria sendo vítima.

Em palanques país afora, o líder petista diz tratar-se de um complô para impedi-lo de se candidatar em 2018. Sua defesa já tentou vários expedientes para retirar a investigação de Curitiba. Um dos recursos foi negado por Sergio Moro, e outro pelo próprio ministro Teori Zavascki, relator do petrolão no Supremo. Num caso, a alegação era que as investigações não eram pertinentes à 13ª Vara Federal de Curitiba porque os dois imóveis ficam em São Paulo. Ao STF, os advogados de Lula tentaram demonstrar que o imbróglio não dizia respeito à Lava Jato porque não estaria relacionado ao escândalo da Petrobras. Zavascki rejeitou a argumentação.

A denúncia será apresentada a Moro. Se o juiz aceitá-la, Lula se tornará, então, réu pela segunda vez. A investigação de irregularidades envolvendo seu nome serviu de motivo para os petistas darem início às manifestações de rua. A aposta, que se mostrou equivocada, era de que o tema incendiaria o país e serviria para intimidar a Lava Jato. 

 Deu tudo errado. 

Lula só volta a ganhar um pequeno fôlego se, eventualmente, Moro rejeitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público. Caso contrário, só lhe restará vociferar um pouco mais nos palanques. 

E, a cada dia, menor e mais fraco.



REINALDO AZEVEDO
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O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel (Valter Campanato/Agência Brasil/VEJA)
A Polícia Federal deflagrou a 7ª fase da Operação Acrônimo, na manhã desta terça-feira. O alvo principal é um sobrinho do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Felipe Torres é sócio de Pimentel numa rede do restaurante Madero, em um shopping na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo.  Ele foi alvo de condução coercitiva. A operação foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ao todo foram dois mandados de condução coercitiva no DF, PR e SP.

O segundo alvo da ação foi o empresário Sebastião Dutra, da empresa Color Print. Segundo os investigadores, ele teria omitido notas fiscais falsas para uma empresa que fez obras no restaurante e para a campanha de Pimentel.

A rede de restaurantes Madero informou por meio de nota divulgada nesta terça que “entregou à Polícia Federal os contratos firmados com a F2B Alimentação Ltda, em respeito ao cumprimento do Mandato de Busca e Apreensão” e esclareceu que Torres “foi franqueado do Madero na cidade de Piracicaba-SP até outubro de 2015, quando a franqueadora recomprou a franquia e encerrou o relacionamento comercial”.

A Acrônimo investiga esquema de corrupção envolvendo a liberação de empréstimos do BNDES e outros atos em troca de pagamento de propina para Fernando Pimentel. Na época dos supostos fatos ele era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no governo Dilma Rousseff.

Em maio, Pimentel foi denunciado pela Procuradoria da República. O Ministério Público atribui a ele os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com a denúncia, Pimentel foi beneficiário de propina de 2 milhões de reais para favorecer a Caoa, entre 2011 e 2014 – primeiro mandato de Dilma.

O governador também foi acusado, em delação premiada do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, de receber 20 milhões de reais do Grupo Caoa. Desse total, segundo o delator, 7 milhões de reais foram repassados diretamente a Pimentel no exterior. O restante teria sido usado na campanha.
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Martim (Lee Taylor) terá fim trágico em “Velho Chico”. Na novela das nove da Globo, ele será assassinado por Carlos Eduardo (Marcelo Serrado), depois de encontrar documentos contra o político.

O ex-deputado vai ficar desesperado ao descobrir que Martim tem fotos que registram uma de suas tramoias e também um dossiê com documentos que o incriminam. Após a descoberta, Carlos Eduardo decide dar um fim na vida do fotógrafo e eliminar todas as provas que o incriminam.

Sem saber que o De Sá Ribeiro esqueceu um cartão de memória com as fotos do flagrante na pousada, o ex-deputado persegue Martim por uma estrada pacata. Disposto a fazê-lo parar, Carlos atira sem piedade contra o rapaz, que se vê assustado sem ter para onde escapar. Durante o momento de tensão, o novo Saruê joga o carro contra a moto do cunhado, que perde o controle e cai ribanceira abaixo.
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Cunha: cassado (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Às 23h50 desta segunda-feira o plenário da Câmara dos Deputados anunciou: o outrora todo-poderoso Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teve o mandato cassado por 450 votos. Somente dez deputados votaram para poupar o peemedebista. Houve nove abstenções. O resultado põe fim a um processo que se arrastou na Casa por mais de 300 dias – e ao ambicioso projeto político do peemedebista, que chegou a almejar a Presidência da República. 

Cunha é acusado de embolsar propinas milionárias do petrolão, de ser correntista oculto de bancos na Suíça e de mentir aos colegas, o que configura quebra do decoro parlamentar, justamente por esse motivo, foi cassado. Ele estava afastado das funções há quatro meses por determinação do STF – que na ocasião indicou inclusive que uma eventual prisão do peemedebista não estava descartada.


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Marcos Valério fala a Moro (Vara Federal de Curitiba/Reprodução)

O empresário Marcos Valério, condenado no mensalão e réu da Operação Lava Jato, declarou nesta segunda-feira, 12, ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, que o ex-tesoureiro do PT Silvio Pereira disse a ele que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho foram “chantageados” pelo empresário Ronan Maria Pinto que teria exigido deles R$ 6 milhões para comprar o jornal Diário do Grande ABC.
Segundo os investigadores, Ronan seria conhecedor de detalhes do assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), em janeiro de 2002 – o petista teria sido eliminado porque decidiu dar um fim a esquema de corrupção em sua própria gestão que beneficiou o partido.
Marcos Valério foi ouvido pelo juiz Moro como réu em ação penal da Lava Jato. Ele confirmou ter declarado à Procuradoria-Geral da República em setembro de 2012 que foi procurado para fazer “uma movimentação do dinheiro” supostamente destinado a Ronan – também alvo da Lava Jato.
Segundo o criminalista Marcelo Leonardo, defensor de Valério, o publicitário “chegou a assinar contratos, mas depois que soube das pessoas envolvidas na operação desistiu de participar da movimentação do dinheiro”.
Leonardo disse que Marcos Valério revelou ao juiz da Lava Jato que um ano depois ficou sabendo que a operação de repasse de dinheiro ao empresário do ABC foi efetivada via pecuarista José Carlos Bumlai no Banco Schahin.
Marcos Valério afirmou que “não sabe” exatamente qual teria sido o motivo da chantagem contra Lula e os ex-ministros Dirceu e Gilberto Carvalho.
Ele protestou que “é um homem preso numa penitenciária” (em Minas) e que não daria mais detalhes por “temer represálias”.
Marcelo Leonardo, seu defensor, disse à saída da audiência, que “uma delação (premiada) não está descartada e nela poderão ser revelados novos dados sobre o fato”.
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O Senador mineiro do PSDB aparece na dianteira com 72% dos votos, seguido de Jair Bolsonaro do PSC com 12%, na terceira colocação a líder da Rede Sustentabilidade Marina Silva fica com 8% 


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